segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Vídeo Mostra a Enorme Evoluçao Gráfica do GTA IV Para o GTA V

A qualidade do primeiro trailer de GTA V impressionou muita gente, e isto é fato. Agora que a poeira baixou, muita gente já está se perguntando quão melhores serão os gráficos de GTA V, se comparados ao do último game da série. Se esta dúvida estava tirando o seu sono, relaxe, pois alguém já produziu um vídeo especialmente para comparar os dois games! Como os jogos não se passam na mesma cidade, algumas adaptações tiveram que ser feitas, mas na maior parte do tempo, a edição conseguiu encontrar momentos bem parecidos entre os games para comparar. Confira o resultado abaixo: Fontes: Arkade
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God Of War IV provavelmente Terá Modo Multiplayer

Depois de alguns meses sem novidades sobre God of War IV, eis que uma nova especulação apareceu na internet. O Sony Santa Monica Studios – responsável por todos os games da trilogia principal de God of War – está recrutando um Programador Online Senior com experiência em desenvolvimento e implementação de sistemas online, tais como comunicação dentro de um game, ajuste de partidas online e leaderboards! Seria isto um indício de que God of War IV terá um modo multiplayer? A oferta de emprego foi anunciada no site Gamasutra, um conhecido portal de busca e oferta de empregos no setor dos jogos eletrônicos. É claro que o Sony Santa Monica Studios pode muito bem estar desenvolvendo um outro game qualquer. Para ver a oferta (em inglês), clique aqui. Uma outra oferta de emprego da empresa busca Designers de Combate Senior para trabalhar em um projeto totalmente novo, que pode ser um shooter em primeira ou em terceira pesssoa, com combates em veículos e outros recursos. Ainda assim, o primeiro anúncio dá as boas vindas aos candidatos com a seguinte frase: “Join the God of War team!” (entre para o time God of War!) e o segundo não, ou seja, o estúdio pode estar trabalhando tanto em um novo God of War quanto em um novo shooter. Por hora, nada foi oficializado pela Sony, nem mesmo a produção de um God of War IV. Mesmo assim, games como Assassin’s Creed e Uncharted já provaram que um jogo com boa campanha solo pode sim, oferecer uma boa experiência multiplayer sem comprometer a história. Será que God of War vai ser a nova franquia a entrar nesta onda? Fontes: Arkade
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sábado, 26 de novembro de 2011

Rumor: Nova Triologia para a franquia Gears Of War



A DLC que colocará os jogadores na pele de RAAM chega ao Gears of War 3 no dia 13 de dezembro, e parece que a ideia de mostrar aos jogadores os acontecimentos que precedem o primeiro título da franquia é o futuro para Gears of War.
Segundo a seção de rumores da revista gringa Official Xbox Magazine, quem assumirá o projeto de criar uma segunda trilogia para Gears of War será o estúdio People Can Fly, da Epic Games, criadores de Bulletstorm.
A publicação ainda diz que é bem improvável que o Xbox 720 seja anunciado durante a E3 2012.
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Gametel: o Gadjet que faz qualquer Android (Quase) um Xperia Play!



Uma das coisas mais interessantes do smartphone Xperia Play é seu controller, semelhante ao do Playstation. Em breve, aquele controller estiloso não será mais exclusividade do Xperia Play: a empresa Fructel AB está desenvolvendo um controller Bluetooth semelhante ao do Xperia Play, com a vantagem de que este pode ser utilizado em qualquer aparelho que rode o Android!
Batizado de Gametel, o controller conecta-se ao smartphone via Bluettoth, havendo um suporte para você encaixar seu smartphone ao gadget, se preferir. A bateria – que é recarregável – terá uma autonomia de cerca de 9 horas, podendo desligar-se sozinha após um tempo de inatividade.
Abaixo, o visual do aparelho sem um smartphone acoplado:



Se você (como muita gente) odeia os desconfortáveis botões transparentes que aparecem na tela touchscreen, o Gametel definitivamente é uma boa opção. Confira abaixo um vídeo que demonstra o aparelho em ação:



O Gametel deve ser lançado oficialmente no mês que vem, e seu site oficial já conta com uma extensa lista de games que serão melhor aproveitados com o acessório. Segundo o Techcrunch, o preço de lançamento do gadget deve ser de 67 dólares.

Fontes: Arkade
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Batman Arkham City



Embora os atuais games do Batman não tenham qualquer ligação com os filmes recentes do herói, há um paralelo que pode ser traçado entre eles: tanto Batman Begins quanto Batman: Arkham Asylum começaram com o pé direito e mostraram como se trata um herói dos quadrinhos. As sequências de ambos – o filme The Dark Knight e o novo game, Batman: Arkham City – extrapolaram tudo o que já era bom e conseguiram a façanha de se tornarem maiores e melhores do que os originais. Sim, maior e melhor. Seja bem-vindo a Arkham City.
Aproveite, pois boas-vindas você só receberá aqui: no game, a coisa já começa tensa, com Bruce Wayne (sim, este jogo já começa mostrando a verdadeira face do Batman!) sendo vítima de uma emboscada durante uma coletiva de imprensa. O bilionário é levado para dentro do nada hospitaleiro mega-presídio a céu aberto que é Arkham City, e precisa encarar a terrível verdade que é entregue já nos primeiros minutos: Hugo Strange, o responsável pelo lugar, sabe que Bruce Wayne e Batman são a mesma pessoa.
É claro que o problema com o Dr. Strange é apenas a ponta do iceberg desta aventura. O Coringa está com a saúde debilitada por conta das experiências bizarras à que se submeteu no primeiro game e, de maneira brilhantemente sádica, consegue a ajuda de Batman para se recuperar.



Para piorar, o presídio parece ser apenas a fachada para esconder uma mini-cidade que é literalmente controlada pelos piores malfeitores, que recrutam seus pequenos exércitos para encarar uma disputa pelo poder dentro do próprio presídio. E é assim, em uma das sequências de abertura jogáveis mais eletrizantes dos últimos tempos, que Batman: Arkham City fisga a atenção do jogador sem nenhuma cerimônia e o carrega por uma história fantástica, com reviravoltas surpreendentes e minúncias que podem facilmente lhe render cerca de 15 horas de jogo, que podem facilmente virar mais de 30 dada a quantidade de sidequests existentes.
Como no primeiro game, exploração é fundamental, pois o jogo conta com diversos puzzles que irão fazer com que você utilize a perspicácia – e a tecnologia – do Cavaleiro das Trevas para se dar bem. O bom e velho Detective Mode está de volta, mais útil do que nunca: com novos recursos, agora é possível fazer exames de balística para descobrir a trajetória de projéteis. Um novo equipamento que sintoniza frequências de rádio também será muito útil para descobrir pistas ou encontrar missões paralelas.



Por falar em objetivos paralelos, deve-se dizer que Batman: Arkham City será um verdadeiro paraíso para quem gosta de averiguar cada cantinho dos cenários. O enorme mapa de Arkham City está repleto de segredos, colecionáveis e easter eggs que irão consumir muitas horas daqueles que quiserem “platinar” o jogo. E não estamos falando apenas dos 400 desafios do Charada, mas de armadilhas onde a vida de inocentes está em jogo e telefones públicos que tocam aleatoriamente oferecendo pistas anônimas de acontecimentos. Estas missões podem não acrescentar nada à trama principal, mas servem para mostrar como é dura e atarefada a rotina de um justiceiro.
Felizmente, Batman conta com muitas bat-bugigangas para facilitar sua vida nesta nova aventura: além de já começar com alguns equipamentos do game anterior, como os bat-rangues e o gel explosivo, o herói agora possui novos brinquedinhos como bombas de fumaça, granadas congelantes, uma pistola que dispara cargas de eletricidade e outros gadgets incríveis que serão muito úteis no decorrer do game. Praticamente todo o arsenal do herói é passível de upgrades, que podem ser compradas utilizando-se os pontos de experiência.



Os combates estão ainda mais acirrados – geralmente envolvendo dezenas de inimigos ao mesmo tempo – mas as habilidades de luta do Homem-Morcego cresceram na mesma proporção: desta vez Batman possui golpes que derrubam múltiplos oponentes, uma maior variedade de contra-ataques e muitas novas habilidades destraváveis.
A jogabilidade não passou por grandes mudanças, mas recebeu alguns polimentos aqui e ali para ficar ainda mais intuitiva e dinâmica. Considerando que o game já começa tacando o o jogador no meio da ação, isto é uma mão na roda, pois quem está familiarizado com o sistema de combate do primeiro game vai se sentir em casa: é fácil emendar porradas, contra-ataques e golpes especiais em combos destruidores, onde o timing é mais importante, em detrimento do button mash. Isto faz com que mesmo a mais injusta das batalhas se transforme em uma verdadeira diversão para o Homem-Morcego.



Nos momentos em que o stealth se faz necessário, ninguém é melhor que o Cavaleiro das Trevas: utilizando as já conhecidas táticas de se fazer passar despercebido (se pendurando por gárgulas ou esgueirando-se por dutos de ventilação), agora Batman pode dar cabo silenciosamente de mais de um inimigo ao mesmo tempo, e seus takedows ganharam variações, inclusive uma versão um pouco mais violenta que bota os inimigos para dormir mais rapidamente.
Como se não bastassem todas estas novidades, temos ainda a sexy inclusão de ninguém menos que a Mulher-Gato, uma personagem importante para a trama, que poderá ser controlada em alguns momentos específicos (mediante a aquisição de um DLC), mostrando o outro lado da moeda em momentos chave da trama. Embora a jogabilidade da moça seja bem parecida com a do Batman, ela possui seu próprio acervo de golpes – e seu chicote – o que deixa suas aparições muito interessantes para dar uma variada no jogo.



Porém, mesmo com todas estes novos vilões, equipamentos e habilidades, a verdadeira estrela de Batman: Arkham City é sem dúvida sua história. Novamente assinada pelo experiente Paul Dini, a trama do game é primorosa, repleta de reviravoltas e consegue amarrar com maestria os acontecimentos e os personagens, sempre respeitando a personalidade única de cada um deles. Fica evidente que Paul Dini antes de ser um roteirista é um fã do Homem-Morcego, tamanho o respeito que ele demonstra com o universo e a mitologia do herói.
Respeito este que é sem dúvida compartilhado pelo pessoal do Rocksteady Studios, que se esmera para deixar o game impecável em sua parte técnica. Os gráficos estão mais límpidos do que no game anterior, e o colossal novo mapa entrega uma variedade de ambientes muito maior que a vista em Arkham Asylum. A modelagem dos personagens continua incrível e as novas animações acrescentam ainda mais naturalidade aos acrobáticos movimentos do herói.



Mais caprichada que os gráficos, só mesmo a dublagem: o excelente time de dubladores – encabeçado por Mark “Luke Skywalker” Hammil (Coringa) e Kevin Conroy (Batman) – entrega alma ao roteiro afiado de Paul Dini. Novos personagens também foram agraciados com ótimos dubladores (o Pinguim é dublado por Nolan North, mesmo ator que empresta a voz para Nathan Drake, de Uncharted), e o conjunto da obra faz inveja às melhores animações produzidas em Hollywood.
A trilha sonora também não deve nada ao cinema, enchendo de tensão os momentos mais intensos com elaboradas trilhas orquestradas. O compositor Nick Arundel se supera e cria uma trilha realmente épica, que poderia facilmente estar presente em um próximo filme do Batman. Os sons ambientes e conversas aleatórias captadas pelas bat-traquitanas tornam Arkham City realmente viva, imersiva e perigosa.




Batman: Arkham City é um pacote completo: agrada aos fãs de bons games e aos fãs do herói, e ainda presta uma senhora homenagem ao universo do Cavaleiro das Trevas. Adicionando alguns novos elementos e potencializando o que já era bom no game anterior, o game é maior e melhor em todos os aspectos. Não se limitando ao Batman, é fácil perceber que a Rocksteady entregou a experiência definitiva em games de super-heróis. Que outras produtoras sigam este exemplo na hora de levar outros grandes personagens dos quadrinhos para os games.




Fontes: Arkade
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Combat Arms - Um quase Capitão Nascimento chega ao game

E não é que o policial preferido do Brasil finalmente chegou aos games? Não, não se trata de um game da Tropa de Elite e sim de um personagem novo de Combat Arms da Level Up, o Capitão Souza, que é o Cap. Nascimento com outro nome

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Até o dia 28 de setembro o personagem estará a venda por 4.950 cash ou por 19.500 GP (a moeda do game).

Comemorando o sucesso de Combat Arms, Julio Vieitez, diretor da Level Up diz que "recentemente o 'CombatArms' atingiu a excelente marca de 500.000 usuários ativos por mês. Agora, o Capitão Nascimento está sendo lançado aqui no Brasil e muito em breve será apresentado também nos outros países em que o jogo é publicado. Isso é mais uma prova da crescente importância que nosso país está assumindo no cenário mundial dos jogos online".

O bacana, para quem não conhece o game é que Combat Arms é totalmente traduzido em português do Brasil pela Level Up. Menu, legendas, falas... Tudo no nosso bom e velho idioma.

Além disso, outra novidade para os jogadores: sangue. Sim, agora a opção de ligar ou desligar o sangue estará disponível para a alegria da turma do tiroteio violento. Só não peça pra sair, combinado?



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Aii um video pra galera dar uma olhada no char







Abraçz


Fonte:Gamenuba



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Chuck Norris invade World of Warcraft em novo vídeo


Agora o bicho vai pegar. Se você achava que seu personagem em WoW era imbatível, cuidado que Chuck Norris invadiu Azeroth. Horda, Aliança... Tremei!...






O vídeo, na verdade, foi o novo comercial de TV do World of Warcraft que estreou nesse fim de semana.

"Existem 10 milhões de pessoas jogando WoW porque Chuck Norris aprova isso!"







Abraçz



Fonte:Gamenuba





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